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Cazuza, o exagerado

 

“O artista não é um operário, que bate o ponto e tal. Eu não acredito que ninguém possa ser operário da arte, porque a arte é contra a transformação do homem numa máquina.” (Cazuza, 1988)

Há 20 anos, no dia 7 de Julho de 1990,  Agenor de Miranda Araújo Neto nos deixava. Cazuza, como sempre foi conhecido, cantou e encantou homens e mulheres de todas as idades que viam nas suas letras um reflexo do país que em viviam e das suas emoções. Mesmo rebelde e boêmio, nosso “Exagerado” ou “Maior Abandonado” compôs tão bem, que de letrista passou a Poeta.

 Texto: Fernanda Pasian

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